Brigas e stress antes da tarefa?

Brigas e stress antes da tarefa?

O estado emocional em que seu filho se encontra no momento em que senta para estudar ou fazer a tarefa tem um alto impacto na capacidade que ele terá para compreender e assimilar o conteúdo estudado.

Imagino que na cabeça dos pais que estão lendo esse post agora está passando a seguinte ideia: “ih, então vai ser difícil aprender, porque ele sempre fica bravo na hora de fazer a tarefa!”.

A boa notícia é que o importante não é o estado emocional em que ele vai terminar a tarefa, mas sim o que ele está sentindo momentos antes de iniciar seus estudos.

Repare que você chega ao trabalho, na segunda feira, irritado ou desanimado,  alegre ou energizado dependendo do final de semana ou da noite que teve. Da mesma forma, você chega de volta em casa com o estado emocional impactado pela experiência do dia que viveu – e a partir de então influencia os outros acontecimentos e pessoas ao redor.

Assim, o estado emocional anterior ao início da tarefa é o que vai influenciar o quanto seu filho aprende durante seus momentos de estudo.

Está comprovado por estudos que os estados de alegria e sensação de diversão geram predisposição para desenvolvimento de novas habilidades e despertam a criatividade.

A dica para os pais é auxiliar no estabelecimento de uma rotina que privilegie atividades divertidas ou que deixem seus filhos com sensação positiva nos momentos que antecedem a hora da tarefa.

Não precisa se preocupar exatamente com o sentimento que a criança ou adolescente tem em relação à tarefa – o estado emocional que fica da atividade anterior o levará a estar melhor preparado para assimilar o estudo.

Por isso é importante evitar ao máximo que a tarefa seja iniciada após momentos de brigas, estresse, desentendimento. Aliás, em muitos casos, há uma impressão por parte dos pais de que o momentos da tarefa é que gera uma carga negativa de sentimentos no filho. Na realidade, esse sentimento está sendo carregado de situações vividas imediatamente antes do início dos estudos.

As atividades que antecedem o momento da concentração para os estudos dependem do que é interessante para cada criança. Não há uma regra sobre o que seu filho deveria fazer antes da tarefa, mas certamente você sabe o que o deixar alegre. O fundamental é que a tarefa seja feita no mesmo horário todos os dias.

Uma dica simples e valiosa vem da Universidade do Colorado, em Boulder: passar trinta minutos ao ar livre gera mudança de humor, criando sensação de prazer e alegria.

Alguns minutos na sacada do seu apartamento, as janelas abertas enquanto seu filho brinca no próprio quarto ou alguns momentos no playground são o suficiente para gerar sensações positivas que ajudarão a tornar o momento da tarefa mais produtivo!

fonte: Socorro, Meu Filho Não Estuda

A tarefa está muito difícil?

A tarefa está muito difícil?

Para resolver um problema ou entender um conteúdo difícil, em primeiro lugar seu filho precisa se concentrar na atividade ou no problema que está estudando por algum tempo. Trinta minutos é um bom tempo para se concentrar em entender o assunto.

Depois de explorar o conteúdo que deseja entender, ele pode escolher uma das opções abaixo. Todas elas são formas de tirar o cérebro do modo focado em que foi  colocado ao estudar a matéria na qual tem dificuldade.

  • mudar para um atividade que ativará outras áreas do seu cérebro. Para fazer isso, basta estudar matéria de uma outra área. Por exemplo, se o problema que está difícil for de matemática, ele pega agora uma matéria de humanas para estudar ou alguma leitura para fazer;

  • sair para fazer uma caminhada;

  • fazer algum exercício físico com o qual já esteja acostumado ou que pratique com frequência;

  • ouvir música e relaxar

Depois de pelo menos duas horas de intervalo, em que ele tenha usado parte do tempo para  praticar uma das sugestões acima, poderá voltar ao problema ou atividade inicial, na qual tem dificuldade de compreensão.  Você e seu filho ficarão surpresos em como o conteúdo parecerá mais simples do que você julgava inicialmente. Isso porque durante o intervalo em que ele intercalou alguma das atividades sugeridas, o cérebro pode buscar caminhos para localizar referências que agora serão usadas na compreensão da atividade ou matéria inicial.

Atenção: sem estudar primeiro, de forma totalmente concentrada, a técnica não vai funcionar, já que o cérebro não terá armazenado as referências a partir das quais fará a busca na memória de longo prazo.

fonte: Socorro, Meu Filho Não Estuda

Crianças que brincam com os pais se desenvolvem melhor

Crianças que brincam com os pais se desenvolvem melhor

Que atire a primeira pedra o pai ou a mãe que, após um dia cansativo, nem ao menos pensou em recusar um convite do filho para brincar.

Além de um direito garantido por lei, divertir-se faz bem à saúde das crianças. E quando há companhia, tudo fica melhor: segundo especialistas, responsáveis que dedicam tempo para realizar atividades com os pequenos não só estreitam laços com eles, mas também ajudam no desenvolvimento físico, cognitivo, social e emocional.

— Crianças aprendem mais quando brincam com os pais, porque eles propõem desafios. Mas o mais importante é a formação do vínculo afetivo — diz a psicóloga e pedagoga Elizabeth Monteiro, autora do livro “Criando filhos em tempos difíceis” (Summus Editorial).

Por muitas vezes, a publicitária Patricia Marinho, de 42 anos, deixou-se cair na armadilha do cansaço quando a filha Carolina, hoje com 9, pedia para brincar. Incomodada com o fato de que não conseguia ter prazer na hora de se divertir com a menina, a carioca começou a pesquisar maneiras de aproveitar melhor as oportunidades que tinha.

Dessa inquietação, nasceu o recém-lançado livro “Tempo junto” (Matrix), no qual ela lista cem opções de atividades para pais fazerem com os filhos em qualquer local, do engarrafamento à fila de espera:

— Por meio das brincadeiras, a criança aprende a lidar com frustrações e a se colocar no lugar do outro. Isso constrói um adulto feliz — observa Patricia, mãe também de Gabriela, de 1 ano e 9 meses.

CONTINUE LENDO na GLOBO.COM:
http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/criancas-que-brincam-com-os-pais-se-desenvolvem-melhor-17744453.html#ixzz3pyzrnO33

PAXkids ABRAÇA CAMPANHA DE INCENTIVO À LEITURA PARA CRIANÇAS

PAXkids ABRAÇA CAMPANHA DE INCENTIVO À LEITURA PARA CRIANÇAS

Campanha iniciada pela Sociedade Brasileira de Pediatria busca incentivar a leitura parental na gestação e na infância, como forma de estimular o desenvolvimento 

Há algum tempo os livros e contos infantis têm perdido espaço para os aparelhos e jogos eletrônicos com os quais as crianças já nascem praticamente familiarizadas. Apesar de comum, os pais devem ficar atentos ao contato intenso com essas tecnologias. Buscando estimular a leitura desde a gestação, a PAXkids – Centro de Referência em Desenvolvimento Infantil abraça a campanha “Receite um livro”, iniciada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, cujo objetivo é mobilizar médicos e pediatras a incentivar a leitura parental ainda na gestação e também na infância.

Segundo estudos, crianças de 0 a 6 anos de idade possuem uma janela de oportunidades para os estímulos neuronais do cérebro, pois é o período em que a formação de conexões cerebrais é mais propícia e fundamental para o seu desenvolvimento,. Outro fator que chama a atenção são as evidências de que a arquitetura do cérebro se constrói a partir de experiências vivenciadas. Por isso, especialistas acreditam que é muito importante oferecer cuidado, afeto e estímulos o mais cedo possível, incluindo o período de gestação, para que a criança possa desenvolver habilidades como pensar, falar e aprender de maneira plena.

Segundo a médica pediatra e membro da diretoria da PAXkids, Ana Márcia Guimarães, com vinte semanas de idade gestacional o cérebro do feto já está estruturalmente formado, porém suas células ainda se encontram desorganizadas e precisam multiplicar suas conexões para se especializar em diferentes funções. “O crescimento e desenvolvimento cerebral é algo impressionante. O cérebro de um recém nascido pesa em torno de 400g e, até os dois anos de vida, seu tamanho será dobrado, chegando à metade do peso de um cérebro adulto. Este crescimento intenso nos primeiros anos de vida revela a complexidade das ligações cerebrais na formação das vias neuronais”, explica.

Após a multiplicação dessas células, o cérebro começa a se desenvolver. “Esse processo sofre influência extrema dos estímulos ambientais que vão programando os aspectos sociais, cognitivos e emocionais. A genética herdada dos pais, portanto, tem apenas um fator probabilístico, que sofrerá influências externas, tanto para se desenvolver no potencial máximo como para se silenciarem devido a falta de estímulos adequados”, afirma a pediatra.

Segundo a psicóloga especialista em neuropsicologia, Carolina Araújo, o hábito de leitura favorece o vínculo afetivo entre pais e filhos, refletindo nas demais relações afetivas da criança. “Do ponto de vista cognitivo, a leitura configura-se como um meio de estimulação e reabilitação de funções neuropsicológicas, favorecendo as capacidades de concentração e memorização, enriquecendo a fluência verbal, o nível de vocabulário e a competência comunicativa, além de estimular criatividade, a abstração e o raciocínio lógico-temporal”, finaliza.

Sobre a A PAXkids

A PAXkids – Centro de Referência em Desenvolvimento Infantil surgiu dentro da diretoria da PAX Clínica que, com 37 anos de fundação, é referência no atendimento a portadores de doenças mentais na cidade de Goiânia. Sua criação tem como maior objetivo oferecer um modelo diferenciado de atendimento para a prevenção e identificação precoce de transtornos mentais infantis, visto que para melhorar a qualidade de vida das crianças, é preciso cuidar de seus pais e do ambiente que as cerca. Por isso, a equipe composta por pediatra, psiquiatra, psicólogas, psicopedagogas e fonoaudiólogas, atua de maneira interprofissional usando a mesma linguagem, apesar das linhas diferentes de intervenções.

Seu filho sabe o que sabe?

Seu filho sabe o que sabe?

Uma maneira para ajudar seu filho a ter melhor desempenho nos estudos é despertar nele o hábito de refletir sobre o quanto ele confia que sabe sobre o que está estudando.

Na prática, basta que você pergunte o quanto ele acha que aprendeu do que estudou – para a prova ou durante a tarefa.

A resposta pode vir em numero, se ele já tiver aprendido porcentagem: por exemplo, “acho que sou capaz de lembrar 80% do que estudei” ou de forma mais vaga, se ainda não chegou a dominar esse cálculo. Pode ser muito, pouco ou quase nada.

Há dois benefícios de fazer essa pergunta:

1 – dar a seu filho uma chance de refletir sobre seu próprio hábito de estudo, criando uma oportunidade para que ele mesmo conclua que ainda não estudou o suficiente (caso a resposta seja “muito pouco”) e

2 – ajudá-lo a desenvolver a consciência de que é ele próprio quem está criando o cenário que virá de volta para ele mesmo, na entrega da nota e boletim.

Este processo, chamado Metacognição é aquele em que refletimos sobre nossos conhecimentos e forma de pensamento e traz ainda retorno positivo mais amplo do que os dois que acabamos de mencionar.

Estudos desenvolvidos na Universidade  de Nova Iorque revelam aumento de volume de massa cinzenta no cérebro em decorrência do desenvolvimento de habilidades de metacognição. E mais que isso, as experiências demonstraram que a Metacognição ajuda no desenvolvimento de senso de responsabilidade e auto controle.

Em última instância, ao pensar sobre o que sabe ou ainda não sabe em relação ao conteúdo que está aprendendo, seu filho elimina a tendência de buscar culpados pelo mau desempenho e desenvolve senso de auto conhecimento. De posse destas ferramentas, pode tornar-se um estudante pró ativo e mais independente ao longo do tempo.

fonte: Socorro, meu filho não estuda!

LIMITES PARA BEBÊS E CRIANÇAS

LIMITES PARA BEBÊS E CRIANÇAS

Você pode se perguntar, algumas vezes, qual é o momento certo para estabelecer limites para seu filho. Limites para um bebê? Como assim?

A resposta é sim! Desde o nascimento, o bebê já começa a se deparar com situações que vão construir, no futuro, as noções de limite. Tudo aquilo que frustra o bebê, já vai impondo certos limites. A ordenação, ou chamada “rotina”, constitui os primeiros limites apreendidos pela criança e ajuda a tranquilizá-la.

Com o tempo e a maior mobilidade, os bebês passam a conseguir se deslocar e explorar o mundo. Engatinhando e depois caminhando, os bebês se tornam exploradores e “pequenos cientistas”. Sem noção de limites e perigo, cabe aos adultos a tarefa de encontrar o equilíbrio entre permitir que a criança explore o mundo e ouça diversos “nãos”.

Dizer NÃO é importante, mas explicações muito elaboradas não funcionam para crianças de até 3 anos. Se quiser, justifique a intervenção com uma ou duas palavras que a criança entenda. É preciso estabelecer regras claras, que não se modifiquem com o humor ou a disposição dos pais. Os pequenos percebem quando isso acontece e podem tentar várias artimanhas até você ceder.

Dicas práticas:
– Economize o não: deixe o ambiente seguro e adequado para um bebê ou criança;
– Ofereça alternativas: se retirar um objeto perigoso da mão do bebê, ofereça outro com o qual ele possa brincar;
– Diga de forma carinhosa, mas firme e sem sorrir, quando a situação demandar;
– Para crianças maiores, participar de rotinas da casa, com pequenas tarefas (adequadas à idade) como guardar os próprios brinquedos, também é uma forma de estabelecer limites.

Não esqueça que a educação é algo constante, que exige repetição, dedicação e paciência. Porém é fundamental para criarmos adultos social e emocionalmente saudáveis.

O pediatra e psicanalista britânico Donald Winnicott dizia: “É saudável que um bebê conheça toda a extensão da sua raiva. Na vida, existe o princípio do desejo e o princípio da realidade. Uma criança a quem se cede em tudo imediatamente, ‘a quem nunca se recusou nada’, como dizem os pais, suporta mal a frustração. Muitos desses pais que cedem sempre veem o filho no presente, ao passo que aqueles que sabem dar sem mimar, veem o filho no tempo e no futuro. Eles lhe oferecem perspectivas, lhe mostram o valor do desejo e da espera, para melhor saborear o que é obtido”.

Fonte: NASCEU, E AGORA?

Com que idade a criança pode usar computador e assistir à televisão?

Com que idade a criança pode usar computador e assistir à televisão?

Novo documento da Academia Americana de Pediatria aponta para fim da idade mínima e do limite de horas por dia para o uso de gadgets. Mas será que tudo bem?

A Academia Americana de Pediatria (AAP) anunciou este mês que pretende mudar suas recomendações sobre o uso de telas para crianças. Entram nessa conta o computador, o tablet, a televisão e o celular. O foco da Academia agora é orientar os pais em relação à maneira como esses aparelhos tecnológicos vêm sendo utilizados e não mais determinar uma idade mínima ou a quantidade de horas máxima.

Anteriormente, a instrução da Academia era para que crianças abaixo de 2 anos não tivessem “tempo de tela” em sua rotina. As maiores deveriam ficar no máximo duas horas por dia na frente dos aparelhos. “Em um mundo em que ‘tempo de tela’ está se tornando simplesmente ‘tempo’, nossas políticas devem evoluir ou ficar obsoletas”, lê-se na nota divulgada pela AAP para justificar as mudanças.

Um dado levantado pela Common Sense e utilizado no documento aponta que 30% das crianças norte-americanas utilizam um aparelho móvel pela primeira vez antes de completar 2 anos. Essa realidade mostra que os pequenos estão se conectando cada vez mais cedo e que essa é uma tendência que, aparentemente, não será revertida tão cedo.

Novas recomendações
O documento completo com as novas recomendações da Academia Americana de Pediatria será divulgado apenas no começo de 2016, mas a instituição já adiantou alguns tópicos centrais para garantir o uso benéfico e saudável de telas para crianças:

Seja o pai e o modelo – As regras que se aplicam às crianças em ambientes virtuais ou reais são as mesmas. Brinque com os filhos e estabeleça limites. Envolva-se com o que seu filho está fazendo. É importante também controlar o seu próprio uso de aparelhos eletrônicos, já que a interação face a face continua essencial.

Nós aprendemos uns com os outros – Bebês aprendem melhor por meio da comunicação com outra pessoa. Conversar com a criança é fundamental para seu desenvolvimento linguístico. Assistir a vídeos não faz com que o bebê desenvolva a fala.

O conteúdo é importante – A qualidade do conteúdo é mais importante do que a plataforma ou do que o tempo gasto com o aparelho. Dê mais importância à maneira com que seu filho utiliza o tempo em vez de simplesmente cronometrá-lo.

Envolver-se é essencial – Jogue um videogame com seu filho. Sua perspectiva influencia a maneira como a criança entenderá a experiência. Para pais de bebês, estar envolvido quando ocorre o uso de telas é essencial.

Crie zonas livres de tecnologia – Preserve as refeições em família. Carregue os aparelhos eletrônicos fora do quarto das crianças. Essas ações estimulam o tempo em família e hábitos mais saudáveis de alimentação e sono.

Tecnologia como aliada
Segundo Luciana Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, não há razão para proibir as crianças de usar as telas, porém, a idade mínima de 2 anos deveria ser mantida. “Antes disso, a fase em que o bebê está ainda é muito oral, então é possível que ele não consiga interagir direito com os aparelhos tecnológicos”, afirma. “A partir daí, já existem diversos programas desenvolvidos para crianças pequenas que estimulam o aprendizado e o raciocínio”, diz.

Um estudo divulgado recentemente pela Universidade de Chicago comprovou a eficiência de um aplicativo criado para desenvolver o raciocínio matemático em alunos do ensino fundamental. O desempenho de 587 crianças de diferentes classes sociais foi analisado por um ano. As crianças que usaram o aplicativo de matemática pelo menos duas vezes por semana melhoraram suas notas ao longo do período. A melhora, porém, não está diretamente ligada ao tempo de uso do aplicativo. Os alunos que usaram a ferramenta mais do que duas vezes por semana não tiveram ganho no desempenho maior do que os que utilizaram apenas duas vezes.

O bom senso é a melhor medida
Apesar de ter  potencial para ajudar a criança a se desenvolver em diversos aspectos, o uso contínuo de aparelhos eletrônicos representa uma ameaça já conhecida da ciência. De acordo com Christian Müller, do Departamento de Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os problemas relacionados ao excesso de exposição aos gadgets podem envolver tanto questões físicas quanto comportamentais. “As crianças podem apresentar dores musculares, articulares, má postura, dores de cabeça, alteração visual e alteração de sono” afirma. “Podem ainda ter sintomas de ansiedade, irritabilidade, agressividade, queda do desempenho escolar e isolamento”, completa.

Por conta dos problemas que os eletrônicos podem trazer, o pediatra acredita que a antiga recomendação de até 2 horas por dia continua válida, mas o importante é que seja respeitada a realidade de cada família e o bom senso dos pais. “O ideal é que o período que a criança fica exposta a telas não seja ininterrupto, mas intercalado com outras atividades de rotina, como estudo, leitura, brincadeiras e atividades ao ar livre”, defende.

A experiência da criança longe dos gadgets continua sendo essencial para o desenvolvimento. É brincando com objetos e por meio da interação direta com outras pessoas que ela desenvolverá a capacidade de imaginar e fantasiar, o que permite um maior desenvolvimento emocional. Quando se substitui o concreto pelo virtual, a etapa da simbolização, que possibilita todos esses avanços, é extinta.

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Ih, deu branco! 4 dicas para evitar o famoso branco na hora da prova

Ih, deu branco! 4 dicas para evitar o famoso branco na hora da prova

Seu filho até que estuda, mas na hora da prova diz ter o famoso “branco”? Ele diz esquecer o que estudou justamente na hora da prova e às vezes até lembra de tudo assim que sai da sala de aula?

O esquecimento tem muita relação com alguns mecanismos que podem ocorrer no cérebro antes ou no momento da prova.

Listamos os 4 principais motivos dele aqui e como evitá-los:

1. Stress

Os jovens estão cada vez mais estressados. Durante a adolescência, eles sofrem uma maior pressão para serem aceitos pelo grupo,para atender as expectativa dos pais e para entenderem o próprio corpo e as mudanças neurológicas, cognitivas e hormonais que ocorrem com maior intensidade nesta fase. Em semanas ou dias de prova, o nível de stress sobe ainda mais, o que aumenta a concentração do hormônio cortisol. Além de afetar o sistema imunológico, o aumento de cortisol também afeta a habilidade de organização de raciocínio e de memorização. E esse é um dos causadores do famoso “branco”.Normalmente, quando o jovem sai da sala da prova, o nível de stress diminui e ele lembra a resposta correta.

O que fazer para evitar esse branco?

Ajude seu filho a diminuiro nível de stress, comece mostrando que você acredita que ele é capaz mas que, caso tenha que lidar com um fracasso, você estará ao lado dele para apoiá-lo.

Incentive para que seu filho faça atividades físicas mesmo nas semanas de prova, o exercício ajuda a balancear o nível de stress.

Um técnica de eficácia comprovada é pedir para ele escrever um texto alguns minutos antes da prova falando sobre como ele acha que se sairá nela. O simples fato de escrever e de falar sobre a situação diminui a ansiedade e o stress.

2. Sono

O que os jovens menos fazem em época de provas? Dormir é a resposta correta. Varar a noite anterior da prova estudando não é produtivo e também é uma das causas do “branco”. Enquanto estamos acordados, nossos cérebro produz toxinas que ficam “passeando” entre os neurônios. Quando dormimos, o cérebro consegue fazer uma limpeza e se livrar de todas as toxinas produzidas no dia anterior. Quando passamos a noite estudando para uma prova, ou dormimos pouco durante a noite, no dia seguinte nosso cérebro estará super povoado das toxinas do dia anterior que vão se somando às novas toxinas produzidas no dia. O que isso causa? Uma bagunça no cérebro e o impedimento de algumas conexões de neurônios que levam ao indesejado “branco”. O que fazer? Assim como os jovens sabem que é importante estudar para ir bem em uma prova, eles precisam aprender que um boa noite de sono tem o mesmo peso nessa balança.

3. Quarto

Você sabia que quando precisa memorizar algo, nosso cérebro, de maneira inconsciente, vincula o conteúdo à algum objeto que esteja ao nosso redor no momento do estudo. Ao decorar uma fórmula de física, por exemplo, ele pode se apegar ao abajur do quarto em que seu filho está estudando como referência. Normalmente a prova é feita em um espaço diferente daquele em que o aluno estuda (normalmente estuda em casa e faz a prova na sala de aula) e isso pode causar o “branco”, já que o cérebro não acha a referência que usou para memorizar o conteúdo.O que fazer? Quando seu filho for estudar algo que precise ser memorizado, sugira que ele estude em vários ambientes da casa e até mesmo no jardim, assim o cérebro não vai se fixar a somente uma referência de espaço.

4. Estudo espaçado

Estudar um pouco a cada dia permite que o cérebro organize as informações de uma maneira que ele saiba onde está o que precisará depois. Estudar toda a matéria no dia anterior da prova, pode até gerar algum aprendizado, mas desta forma o cérebro aprende de uma maneira “bagunçada” e quando precisa lembrar o conteúdo, ele não sabe onde está guardado. Isso causa a sensação de branco, já que ele sabe que estudou e que domina o conteúdo, mas não consegue lembrar na hora da prova. O que fazer? Organizar com seu filho uma rotina de estudos de forma que a cada dia ele estude um pouco da matéria que teve em sala de aula. Desta forma, quando chegar o dia da prova, bastará uma revisão, pois o conhecimento já estará guardado e organizado de maneira que possa ser usado e acessado quando for necessário.

fonte: SOCORRO, MEU FILHO NÃO ESTUDA

Desfralde, quando é a hora?

Desfralde, quando é a hora?

E agora? Já é o momento? Como fazer? Pinico ou adaptador de vaso sanitário? Essas e outras mil perguntas surgem na cabeça das mamães no momento do desfralde; mas calma, estamos aqui para ajudá-la a passar por esse momento com mais tranquilidade e segurança.

Para retirar a fralda da criança é um processo que exige muita paciência dos pais, pois, umas levam poucas semanas, outras, demoram meses para conseguir. Algumas pessoas nem imaginam que um simples uso do vaso sanitário possa ser um avanço tão significativo para a criança.

Um dos primeiros sinais de que seu bebê está crescendo e criando autonomia é a tal “hora de largar a fralda”. Trata-se de um marco em seu desenvolvimento que dá ao bebê o início de alguma ação que ele faça sozinho, para a alegria ou desespero (depende do ponto de vista) das mamães.

.Juntamos algumas das principais perguntas que surgem nesta fase tão importante do seu bebê.

1-  Quando devemos começar?

A partir dos 18 meses a criança começa a ter o controle sobre um músculo chamado esfíncter na qual lhe dará o controle sobre o xixi e o cocô, esse é o momento de começar a pensar no desfralde. O desfralde acontece entre os 18 e 24 meses devido o desenvolvimento psicomotor de cada criança. As meninas, em geral, largam as fraldas antes que os meninos.

2-  Meu bebê está preparado?

Você vai perceber que a criança está preparada quando ela mostrar alguns sinais, como, gesticular ou falar, que está incomodada com alguma coisa e as vezes até falar que fez xixi ou cocô. Mostrar interesse ou curiosidade quando os pais estiverem no banheiro também pode significar certo preparo. Além disso, acordar frequentemente com a fralda seca é outro sinal de que ela está pronta.

3-  Como fazer de maneira correta?

É muito importante respeitar o tempo da criança e ter muita paciência. Quando começar a desfraldar a criança, é necessário que ele aconteça sem interrupções. Tirar a fralda durante o dia só em casa, mas, quando for passear colocar a fralda novamente, pode confundir a criança, que ainda não tem noção dessas diferenças e com isso demorar mais que o esperado.

Uma ótima dica é anotar os horários que a criança faz xixi e cocô para levá-la ao banheiro sempre no mesmo horário. Iniciar o desfralde durante o verão pode ser melhor, pois, se caso acontecer um escape, no calor as calças molhadas se tornam menos incômodas. No geral, recomenda-se tirar primeiro as fraldas durante o dia, para depois, por volta dos 3 anos, dar início ao processo do desfralde noturno.

4-  Como agir quando a criança faz nas calças?

Calma, não fique nervosa e nem dê bronca! A criança ainda está aprendendo e escapar de vez em quando pode acontecer. Neste momento chame a criança e peça que ela ajude a limpar a calcinha ou a cueca jogando o cocô na privada e se for xixi peça que ela tire a calcinha e se seque com papel higiênico. Aos poucos o número de vezes de escape vai diminuir até chegar no resultado esperado.

5-  A escola pode ajudar no processo do desfralde?

Geralmente, há muita exigência por parte dos pais em casa, o que acaba não acontecendo na escola. A escola sempre será um aliado dá família e com o processo do desfralde pode ajudar bastante. Como lá todas as crianças estão passando pelo mesmo momento, ir ao banheiro se torna mais divertido e é visto com mais naturalidade, longe muitas vezes da ansiedade da mãe.

6-  Como detectar se a criança tem algum problema no controle do xixi e cocô?

Se caso a criança já tiver 3 ou 4 anos, e estiver se desenvolvendo em várias outras áreas, adquirindo habilidades e mesmo assim não responde aos estímulos do processo de desfralde é importante procurar ajuda médica. Alguns problemas podem começar devido à ansiedade dos próprios pais. Perguntas como “Vamos fazer cocô?”, “Você quer fazer cocô?”, “Acho que a gente tem que ir fazer cocô…” essas falas em excesso podem acabar despertando na criança algum tipo de ansiedade causando angústia, que provavelmente causará um bloqueio.

No entanto ficar todo momento falando mal do cocô da criança, alegando o mau cheiro, mesmo que ironicamente, pode levar aos mesmos resultados. As crianças não entendem ainda essas brincadeiras. Com base nisso, ela só quer fazer cocô escondido, na fralda, e fica segurando até não aguentar mais, o que pode ressecar as fezes e causar a constipação, entre outras coisas.

Porém, é sempre bom lembrar que, no processo do desfralde, cada criança reage de um jeito, cada um tem seu tempo e a ansiedade por parte dos pais só pode atrapalhar nessa fase, mas, em caso de dúvida procure o pediatra.

fonte: Pediatra On-line

Alimentação Infantil – Dicas úteis para ajudar você e seu filho

Alimentação Infantil – Dicas úteis para ajudar você e seu filho

Sabemos que a alimentação infantil nem sempre é tarefa fácil. Mas acima de tudo, é um gesto de carinho, afeto e cuidado! Temos na comida o conforto, os nutrientes, e as vitaminas necessárias para o desenvolvimento saudável.

Sabe-se que a alimentação saudável é treino diário. É necessário mostrar empenho e fazer com que as crianças participem do processo de criação da comida. É em casa que a criança aprende a comer bem, de forma saudável e consciente. Cuide com o que você come na frente do seu filho. Exemplos são tudo!

Para que seu filho goste de um alimento, é necessário que ele o prove várias vezes. Ele precisa ter contato várias vezes. Pensando nisso, é bom envolver a criança. Faça com que seu filho participe na criação de uma mini horta, por exemplo. Mesmo morando em apartamentos pequenos, pode-se plantar em jardineiras temperos, verduras… isso estimula a criança a cuidar e dar valor ao alimento. Um incentivo positivo na hora de montar o prato: comer o que plantou!

Outra dica bem bacana é envolver a criança no planejamento do cardápio e das compras do mês, gerando envolvimento e comprometimento com o que está sendo planejado, além de ser uma ótima oportunidade de trocas e para que você ensine mais sobre os alimentos e nutrientes.

Todas as atenções devem ser voltadas à refeição. Nada de tablet, ipad, televisão ou celular na hora da comida. O momento da refeição é uma oportunidade para família estar junta e interagir.

Mandamentos da boa alimentação infantil:
• Comer sentado à mesa
• Comer sem distrações
• Comer sozinho
• Ter cinco cores no prato
• Experimentar novos alimentos
• Comida não é moeda de troca
• As regras da boa alimentação devem valer para a família. Dê exemplo.

A BBDU quer estar sempre ao lado dos papais e mamães para dar aquela mãozinha em todas as horas, e ajudar seu filho a comer melhor é uma delas. Por isso, desenvolvemos uma linha de produtos que podem auxiliar nesse processo, que nem sempre é fácil à família.

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Jogo da Boa Alimentação: Criativo e estimulante, é um jogo para toda a família praticar nas refeições. É um jogo de dados, onde em cada face há uma tarefa a ser cumprida, como por exemplo: “Comer uma coisa amarela ou branca”, “Chefe manda”, “Comer a coisa que menos gosta na mesa” “Mastigar 20 vezes o que quiser antes de engolir” entre outras. Cada um joga e tem que cumprir o que é proposto. Embora seja um jogo, não é uma competição, não há ganhadores. Ou melhor, todos ganham!

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Mural Comer Bem: Comer bem e saber ter uma vida saudável nem sempre é muito fácil, ainda mais ensinar isso aos pequenos, então criamos este mural, para ajudar papais e mamães nesta missão, fazendo dela uma brincadeira gostosa. É um mural metálico com ímãs de atividades que estimulam a boa alimentação, criadas em parceria com uma nutricionista infantil, e estrelas. Ao cumprir de cada tarefa, a criança ganha uma estrela.
Pote do Reconhecimento: Pode ser usado no controle alimentar de crianças obesas ou na redução de algum item que esteja sendo consumido em excesso como refrigerante, frituras ou guloseimas.
Combinar regras ou objetivos e premiar a criança pela sua conquista é uma forma saudável de estimulá-la a atingir suas próprias metas e cumprir com o combinado. O reconhecimento é um dos fatores de sucesso mais importantes para nós seres humanos.

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O uso do pote é simples, basta combinar o objetivo, a criança “se comprometerá” com ele “assinando” na tampa do pote o seu compromisso de fazer o pote ficar cheinho, a cada dia que o objetivo é atingido ela coloca uma pedrinha no pote (as pedrinhas parecem pedras preciosas e elas adoram). Pronto! Quando o pote ficar cheinho (após pelo menos 50 dias) a criança já estará acostumada com a mudança e se a família desejar uma recompensa pode ser dada.

Se você quiser saber mais sobre estes produtos, também pode assistir aos vídeos que preparamos com muito carinho em nossa canal do Youtube: BBDU_videos.

youtube

fonte: NASCEU, E AGORA?

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